| DA REDAÇÃO COMÉRCIO DA FRANCA O PV mirou na imagem jovem de Crico. Segundo o coordenador da campanha, Antônio de Pádua, a estratégia não tem o objetivo de excluir os mais velhos, mas incitar à renovação. “Mesmo porque as pessoas com mais idade têm muito a contribuir com conselhos e ensinamentos”. A prioridade para a próxima semana, segundo Pádua, passada a apresentação, será focar a campanha no plano de governo da coligação. Gilson Pelizaro (PT) destacou como como ponto positivo do horário político o conteúdo claro das propostas que serão destaque durante a campanha. “Há o restaurante popular, a municipalização da educação e outros pontos que serão aprofundados nos próximos dias”, disse. “Mas não vamos revelar para não nos prejudicar, principalmente porque o horário está sendo gerado na rádio Hertz”. Tito Flávio (PCB) buscou mexer com a auto-estima do trabalhador em suas primeiras propagandas. “Procuramos evidenciar quem produz na realidade a riqueza da cidade”, afirmou. Apesar de ser o candidato com menor tempo, Tito foi o primeiro a atacar de maneira mais direta o prefeito. “A intenção é justamente fazer uma breve recordação nas manchetes que foram destaque envolvendo o atual governo que foram destaque”. Para o coordenador da campanha de Sidnei Rocha (PSDB), Marcelo Facuri, a exibição não deixou nada a desejar. “Falamos de todos os assuntos com precisão”. Para os próximos dias, a linha de programação será a mesma, conforme Facuri. “Não damos preferência para nenhum assunto, tudo é prioridade”. A reportagem tentou contato com Jorge Martins (PSol) para saber sua avaliação sobre a primeira semana de campanha na TV, mas seu celular estava desligado e ele não retornou à mensagem deixada. Fonte: Comércio da Franca (24/8/2008) |
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Diferenças marcam primeiros dias
Propaganda morna na primeira semana
DA REDAÇÃO
COMÉRCIO DA FRANCA
A primeira semana de propaganda eleitoral gratuita chega ao fim sem grandes inovações ou novidades. Quem esperava fortes ataques entre os candidatos ou denúncias se decepcionou. Tito Flávio (PCB) foi o único a mirar diretamente o prefeito, mas faltou bala na agulha. Parece guardar munição para uma data mais próxima das eleições.
Todos os candidatos a vereador usaram a velha fórmula de discurso filmados em plano americano (fechado do peito ao rosto). Os que tiveram tempo para falar, ficaram na praxe: pediram votos e fizeram promessas. A exceção ficou por conta dos petistas que já despejaram críticas a atual administração logo no programa de abertura da chapa de vereadores. O candidato a prefeito, Gilson Pelizaro, preferiu cutucar Sidnei Rocha com críticas indiretas sem nominá-lo.
Cristiano Rodrigues (PV) e Jorge Martins (PSol) gastaram mais da metade dos programas para contar suas histórias de vida. Crico, que usou no cenário a cor verde desde a gravata até a parede, não fez menção aos problemas da cidade. Seu coordenador de campanha, Antônio de Pádua, o Padinha, afirma que a falta de tempo impede muita coisa. “É tudo cronometrado, então demos preferência a mostrar o candidato nestes primeiros dias”.
Jorginho foi um pouco além e chegou a apontar problemas recentes como a falta de água, mas não citou diretamente a atual administração e também não mostrou soluções.
Tito usou o pouco tempo que tem apenas para dar suas pinceladas na administração atual. Mesmo assim, foi um ataque tímido, com exibições de reportagens do Comércio que retrataram problemas enfrentados em Franca. Não fez denúncias inéditas.
Fonte: Comércio da Franca (24/8/2008)
COMÉRCIO DA FRANCA
A primeira semana de propaganda eleitoral gratuita chega ao fim sem grandes inovações ou novidades. Quem esperava fortes ataques entre os candidatos ou denúncias se decepcionou. Tito Flávio (PCB) foi o único a mirar diretamente o prefeito, mas faltou bala na agulha. Parece guardar munição para uma data mais próxima das eleições.
Todos os candidatos a vereador usaram a velha fórmula de discurso filmados em plano americano (fechado do peito ao rosto). Os que tiveram tempo para falar, ficaram na praxe: pediram votos e fizeram promessas. A exceção ficou por conta dos petistas que já despejaram críticas a atual administração logo no programa de abertura da chapa de vereadores. O candidato a prefeito, Gilson Pelizaro, preferiu cutucar Sidnei Rocha com críticas indiretas sem nominá-lo.
Cristiano Rodrigues (PV) e Jorge Martins (PSol) gastaram mais da metade dos programas para contar suas histórias de vida. Crico, que usou no cenário a cor verde desde a gravata até a parede, não fez menção aos problemas da cidade. Seu coordenador de campanha, Antônio de Pádua, o Padinha, afirma que a falta de tempo impede muita coisa. “É tudo cronometrado, então demos preferência a mostrar o candidato nestes primeiros dias”.
Jorginho foi um pouco além e chegou a apontar problemas recentes como a falta de água, mas não citou diretamente a atual administração e também não mostrou soluções.
Tito usou o pouco tempo que tem apenas para dar suas pinceladas na administração atual. Mesmo assim, foi um ataque tímido, com exibições de reportagens do Comércio que retrataram problemas enfrentados em Franca. Não fez denúncias inéditas.
Fonte: Comércio da Franca (24/8/2008)
Para Tito Flávio, prefeito mora fora
| DA REDAÇÃO COMÉRCIO DA FRANCA O candidato Tito Flávio (PCB) apresentou versões diferentes para os programas de rádio e televisão. No primeiro, foi mais incisivo e fez críticas diretas à administração de Sidnei Rocha (PSDB). Manteve um fictício diálogo com uma ouvinte e respondeu à pergunta “é verdade que um candidato (o prefeito) não está fazendo campanha por se considerar vitorioso?”. “É verdade. Tem candidato achando que já ganhou as eleições por causa de resultado de pesquisa velha. Ele diz que Franca está perfeita. Parece que mora em outra cidade”. Tito continuou. “E você, o que é que acha? O Janjão funciona bem? Nas UBSs, o atendimento está perfeito? Para nossa sorte, teremos dois turnos este ano. É uma chance muito importante para votar em um projeto transformador, que coloca de fato o poder na mão de quem produz a riqueza na cidade, os trabalhadores”. No programa de TV, Tito pouco falou. Voltou a mostrar reportagens com excesso do prefeito, enquanto a produção tocava parte do Hino Nacional e exibia o poema “Operário em Construção” de Vinícius de Moraes, que fala sobre empregados e patrões. Fonte: Comércio da Franca (21/8/2008) |
PROMESSAS: ÔNIBUS DE GRAÇA E MÉDICOS À VONTADE
EDSON ARANTES
COMÉRCIO DA FRANCA
EDSON ARANTES
COMÉRCIO DA FRANCA
Ônibus de graça, médicos à vontade, escolas em tempo integral e até calçadas ecológicas. Começou a temporada de caça aos eleitores. Na tentativa de ganhar a preferência - leia-se votos - os cinco candidatos a prefeito em Franca não vão economizar nas promessas.
O Comércio fez uma enquete com os políticos e antecipa nesta edição as propostas que serão apresentadas em comícios e no horário eleitoral gratuito que começa dia 19. Desde Sidnei Rocha (PSDB), que não prometeu nada, a Tito Flávio (PCB) que pretende abrir as catracas dos ônibus públicos, há uma série de planos ousados. “Vamos incentivar o uso da fossa séptica na zona rural para não poluir o lençol freático”, conta Cristiano Rodrigues (PV).
A reportagem perguntou aos candidatos qual será a prioridade caso eleitos e as ações previstas para os setores de Saúde, Educação, Trânsito, Transporte Coletivo e Saneamento. A maioria apontou diretrizes semelhantes. Só o remédio é diferente. “A prioridade zero é a Saúde. É preciso colocar grande parte dos recursos no setor. As pessoas não agüentam mais ir à Justiça contra o Poder Público para conseguir o direito de ter o remédio. Temos de melhorar o sistema de urgência e emergência. O ‘Janjão’ não pode continuar mais do jeito que está”, afirma Gilson Pelizaro (PT).
Jorge Martins (PSol) é mais radical. “A primeira medida será decretar estado de emergência e calamidade pública na Saúde. Vamos fazer um diagnóstico dos problemas e contratar médicos, enfermeiros e funcionários, quanto for necessário”, diz o candidato, que também promete construir um hospital municipal e fazer uma auditoria pública na Prefeitura.
Ainda na área de Saúde, o candidato Tito Flávio espera expandir para 40 os atuais cinco núcleos do PSF (Programa Saúde da Família). Cristiano Rodrigues, por sua vez, pretende “rever o serviço das ambulâncias e implantar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na cidade”.
Integrante do Partido Verde, “Crico” não deixará de lado a ideologia do partido e dedicará atenção especial ao saneamento. “Precisamos pensar na questão da impermeabilização do solo. A água desce e não tem para onde correr. Minha proposta é incentivar as calçadas ecológicas, que são faixas de grama de pelo menos 30 centímetros diante das casas. Daremos desconto no IPTU para quem aderir”.
No campo das propostas ousadas, nenhuma supera a de Tito Flávio. “Vou implantar o sistema de tarifa zero no transporte público municipal”. O candidato acredita que há recursos para o povão andar de graça nos ônibus (leia detalhes no apoio).
Sidnei Rocha preferiu não destacar prioridades e informou que continuará dando atenção para todos os setores. O tucano acredita que a saúde pública, tão criticada pelos concorrentes, seria uma das melhores do País.
A estimativa de orçamento da Prefeitura para o ano que vem é de R$ 280 milhões. Responsável pela chave do cofre, o secretário de Finanças, Sebastião Ananias, joga uma ducha de água fria nos planos dos candidatos. “Não dá para pensar em nada além do que estamos fazendo. Que pensa em fazer graça, não conhece nada de administração pública. Não investimos o dinheiro onde queremos, mas onde a lei determina”.
Fonte: Comércio da Franca (10/8/2008)
O Comércio fez uma enquete com os políticos e antecipa nesta edição as propostas que serão apresentadas em comícios e no horário eleitoral gratuito que começa dia 19. Desde Sidnei Rocha (PSDB), que não prometeu nada, a Tito Flávio (PCB) que pretende abrir as catracas dos ônibus públicos, há uma série de planos ousados. “Vamos incentivar o uso da fossa séptica na zona rural para não poluir o lençol freático”, conta Cristiano Rodrigues (PV).
A reportagem perguntou aos candidatos qual será a prioridade caso eleitos e as ações previstas para os setores de Saúde, Educação, Trânsito, Transporte Coletivo e Saneamento. A maioria apontou diretrizes semelhantes. Só o remédio é diferente. “A prioridade zero é a Saúde. É preciso colocar grande parte dos recursos no setor. As pessoas não agüentam mais ir à Justiça contra o Poder Público para conseguir o direito de ter o remédio. Temos de melhorar o sistema de urgência e emergência. O ‘Janjão’ não pode continuar mais do jeito que está”, afirma Gilson Pelizaro (PT).
Jorge Martins (PSol) é mais radical. “A primeira medida será decretar estado de emergência e calamidade pública na Saúde. Vamos fazer um diagnóstico dos problemas e contratar médicos, enfermeiros e funcionários, quanto for necessário”, diz o candidato, que também promete construir um hospital municipal e fazer uma auditoria pública na Prefeitura.
Ainda na área de Saúde, o candidato Tito Flávio espera expandir para 40 os atuais cinco núcleos do PSF (Programa Saúde da Família). Cristiano Rodrigues, por sua vez, pretende “rever o serviço das ambulâncias e implantar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na cidade”.
Integrante do Partido Verde, “Crico” não deixará de lado a ideologia do partido e dedicará atenção especial ao saneamento. “Precisamos pensar na questão da impermeabilização do solo. A água desce e não tem para onde correr. Minha proposta é incentivar as calçadas ecológicas, que são faixas de grama de pelo menos 30 centímetros diante das casas. Daremos desconto no IPTU para quem aderir”.
No campo das propostas ousadas, nenhuma supera a de Tito Flávio. “Vou implantar o sistema de tarifa zero no transporte público municipal”. O candidato acredita que há recursos para o povão andar de graça nos ônibus (leia detalhes no apoio).
Sidnei Rocha preferiu não destacar prioridades e informou que continuará dando atenção para todos os setores. O tucano acredita que a saúde pública, tão criticada pelos concorrentes, seria uma das melhores do País.
A estimativa de orçamento da Prefeitura para o ano que vem é de R$ 280 milhões. Responsável pela chave do cofre, o secretário de Finanças, Sebastião Ananias, joga uma ducha de água fria nos planos dos candidatos. “Não dá para pensar em nada além do que estamos fazendo. Que pensa em fazer graça, não conhece nada de administração pública. Não investimos o dinheiro onde queremos, mas onde a lei determina”.
Fonte: Comércio da Franca (10/8/2008)
ESTRATÉGIA DO PCB ESTÁ EM CINCO PROJETOS
Da Redação
DIÁRIO DA FRANCA

Tito Flávio, candidato ao cargo majoritário do PCB, terá dois minutos no rádio e na televisão para mostrar as irregularidades do município. “Vamos alertar a comunidade a fazer uma escolha adequada na eleição”, disse. Tito explicou que o trabalho está focado em cinco projetos: Transportes Tarifa Zero, Saúde,Cultura, Educação e Geração de Empregos.
Mestre em história e doutorando na mesma matéria, Tito Flávio é casado e disputa o pleito pela primeira vez. Ele foi professor em Batatais, Passos, Ituverava e Bebedouro e visitou na manhã de ontem a redação do Diário, onde mostrou a proposta do PCB para essas eleições.Tito Flávio afirmou que a proposta de transporte zero existe em Ribeirão Preto (Leve e Trás) e Franca conta apenas no transporte de cadeirantes. “É uma nova política para o sistema de transporte e que precisa de discussão com a comunidade, ainda mais que será aberta uma nova licitação para o setor”, observou.
Ele disse que há a necessidade de uma melhor estrutura na área de cultura, que ficou abandonada pelas administrações e que é importante também para as comunidades de bairros, onde projetos poderão ser realizados em artes cênicas, além de projetos para hip-hop, samba, violeiros e outros.
Na questão educacional, Tito Flávio ressaltou que existe um grave problema em Franca: a falta de creches. “Isso acontece por falta de um planejamento adequado”, anunciou. Além disso, é importante que sejam criadas eleições para diretor de escola.
O problema de geração de empregos é visto como uma questão social e que o poder público deve discutir. “É preciso criar mais vagas de empregos e fomentar a qualificação da mão-de-obra”, observou.
CAPTÇÃO DE RECURSOS
O PCB mostrará, através de uma campanha modesta, Franca como ela é. Tito Flávio busca o apoio de vários eleitores indecisos e aqueles que lutam por mudanças na política municipal.
A gravação dos programas será realizada com apoio de amigos, enquanto que o programa de rádio estará sendo realizado com uma equipe de voluntários e de apoio a candidatura. “Mesmo tendo declarado que irá gastar R$ 40 mil, Tito acredita que o PCB não chegará a R$ 10 mil”, finalizou.
Fonte: Diário da Franca (14/8/2008)
DIÁRIO DA FRANCA

Tito Flávio, candidato ao cargo majoritário do PCB, terá dois minutos no rádio e na televisão para mostrar as irregularidades do município. “Vamos alertar a comunidade a fazer uma escolha adequada na eleição”, disse. Tito explicou que o trabalho está focado em cinco projetos: Transportes Tarifa Zero, Saúde,Cultura, Educação e Geração de Empregos.
Mestre em história e doutorando na mesma matéria, Tito Flávio é casado e disputa o pleito pela primeira vez. Ele foi professor em Batatais, Passos, Ituverava e Bebedouro e visitou na manhã de ontem a redação do Diário, onde mostrou a proposta do PCB para essas eleições.Tito Flávio afirmou que a proposta de transporte zero existe em Ribeirão Preto (Leve e Trás) e Franca conta apenas no transporte de cadeirantes. “É uma nova política para o sistema de transporte e que precisa de discussão com a comunidade, ainda mais que será aberta uma nova licitação para o setor”, observou.
Ele disse que há a necessidade de uma melhor estrutura na área de cultura, que ficou abandonada pelas administrações e que é importante também para as comunidades de bairros, onde projetos poderão ser realizados em artes cênicas, além de projetos para hip-hop, samba, violeiros e outros.
Na questão educacional, Tito Flávio ressaltou que existe um grave problema em Franca: a falta de creches. “Isso acontece por falta de um planejamento adequado”, anunciou. Além disso, é importante que sejam criadas eleições para diretor de escola.
O problema de geração de empregos é visto como uma questão social e que o poder público deve discutir. “É preciso criar mais vagas de empregos e fomentar a qualificação da mão-de-obra”, observou.
CAPTÇÃO DE RECURSOS
O PCB mostrará, através de uma campanha modesta, Franca como ela é. Tito Flávio busca o apoio de vários eleitores indecisos e aqueles que lutam por mudanças na política municipal.
A gravação dos programas será realizada com apoio de amigos, enquanto que o programa de rádio estará sendo realizado com uma equipe de voluntários e de apoio a candidatura. “Mesmo tendo declarado que irá gastar R$ 40 mil, Tito acredita que o PCB não chegará a R$ 10 mil”, finalizou.
Fonte: Diário da Franca (14/8/2008)
TITO FLÁVIO: 'ÔNIBUS DE GRAÇA' PARA TODOS
Da Redação
COMÉRCIO DA FRANCA

Imagine poder entrar em um ônibus público e atravessar toda a cidade sem pagar nada. Esta medida faz parte da lista de prioridades de Tito Flávio (PCB) e consiste na gratuidade total das passagens no transporte público municipal. É o que chama de “Tarifa Zero”.
O candidato vai detalhar o plano aos eleitores durante visitas aos bairros e no horário eleitoral gratuito. “Vamos mostrar que a proposta é viável, factível. Não é delírio, é plenamente possível.
Estamos fazendo estudos na questão financeira. Teria a possibilidade de ser criado um Fundo de Transporte Coletivo Municipal com certas destinações. O custo de implantação não seria muito elevado. Daria algo em torno de R$ 20 milhões por ano”. A Prefeitura seria a responsável pelo pagamento.
O valor que o candidato não considera alto representa quase 10% do orçamento total da administração municipal este ano - R$ 250 milhões. Tito não sabe exatamente como colocar a idéia em prática e disse que sua equipe buscará alternativas para construção do fundo. Ele não pensa em aumentar impostos para tornar a idéia viável. Questionado sobre a fórmula mágica para fazer brotar dinheiro, foi superficial. “Verba, o município tem. É preciso inverter as prioridades de investimento na cidade e beneficiar as pessoas mais pobres”.
Na opinião do candidato, a “Tarifa Zero” faria circular mais renda e capital no município, aquecendo a economia. “Não significa que vamos romper contratos com a empresa São José. O que pretendemos é a quebra do monopólio. Poderia se trabalhar, talvez, com a vinda de uma outra empresa e adotar o sistema de pagamento por quilômetro rodado e não por passageiro”.
O candidato ressalta que sua proposta prevê a redução gradativa no valor da tarifa até se chegar à gratuidade. “Não será da noite para o dia. Não vamos chegar no dia primeiro de janeiro e falar que ninguém paga mais ônibus em Franca”.
Segundo dados da Prefeitura, uma média de 80 mil pessoas anda de ônibus por dia na cidade. Na hipótese de todos os passageiros pagarem a tarifa cheia - R$ 2,20 - seriam R$ 5,2 milhões por mês.

Fonte: Comércio da Franca (10/8/2008)
COMÉRCIO DA FRANCA

Imagine poder entrar em um ônibus público e atravessar toda a cidade sem pagar nada. Esta medida faz parte da lista de prioridades de Tito Flávio (PCB) e consiste na gratuidade total das passagens no transporte público municipal. É o que chama de “Tarifa Zero”.
O candidato vai detalhar o plano aos eleitores durante visitas aos bairros e no horário eleitoral gratuito. “Vamos mostrar que a proposta é viável, factível. Não é delírio, é plenamente possível.
Estamos fazendo estudos na questão financeira. Teria a possibilidade de ser criado um Fundo de Transporte Coletivo Municipal com certas destinações. O custo de implantação não seria muito elevado. Daria algo em torno de R$ 20 milhões por ano”. A Prefeitura seria a responsável pelo pagamento.
O valor que o candidato não considera alto representa quase 10% do orçamento total da administração municipal este ano - R$ 250 milhões. Tito não sabe exatamente como colocar a idéia em prática e disse que sua equipe buscará alternativas para construção do fundo. Ele não pensa em aumentar impostos para tornar a idéia viável. Questionado sobre a fórmula mágica para fazer brotar dinheiro, foi superficial. “Verba, o município tem. É preciso inverter as prioridades de investimento na cidade e beneficiar as pessoas mais pobres”.
Na opinião do candidato, a “Tarifa Zero” faria circular mais renda e capital no município, aquecendo a economia. “Não significa que vamos romper contratos com a empresa São José. O que pretendemos é a quebra do monopólio. Poderia se trabalhar, talvez, com a vinda de uma outra empresa e adotar o sistema de pagamento por quilômetro rodado e não por passageiro”.
O candidato ressalta que sua proposta prevê a redução gradativa no valor da tarifa até se chegar à gratuidade. “Não será da noite para o dia. Não vamos chegar no dia primeiro de janeiro e falar que ninguém paga mais ônibus em Franca”.
Segundo dados da Prefeitura, uma média de 80 mil pessoas anda de ônibus por dia na cidade. Na hipótese de todos os passageiros pagarem a tarifa cheia - R$ 2,20 - seriam R$ 5,2 milhões por mês.

Fonte: Comércio da Franca (10/8/2008)
SIDNEI ROCHA ANUNCIA: FUGIRÁ DOS DEBATES
EDSON ARANTES
COMÉRCIO DA FRANCA
O prefeito Sidnei Rocha (PSDB), candidato à reeleição, não vai participar dos debates promovidos em Franca e região. A fuga ao confronto face a face com os concorrentes foi anunciada, ontem, por meio de comunicado oficial distribuído pela coligação “Somos Todos Franca”, formada por dez partidos. A decisão não surpreendeu os demais candidatos à Prefeitura que fizeram críticas severas ao tucano. “Ele se sente o rei, o dono da cidade”, disse Jorge Martins (PSol).
O documento, assinado pelo coordenador da coligação José Marcos Figueiredo Bertelli, diz que Sidnei Rocha “estará sempre disposto a debater, a discutir, a buscar caminhos para o constante crescimento e a melhoria da vida da nossa população”. Mais. Atesta que o “candidato participará de quantos debates forem programados pelos órgãos de comunicação”, mas não demora a revelar sua real intenção.
“Desde que sejam com repórteres (...) e com questionamentos da população”, diz excluindo os debates que contam com perguntas diretas de candidato para candidato. Ou seja, todos os programados até agora. Para Sidnei Rocha, a tradicional fórmula “pinga-fogo” - seguida em nível nacional e mesmo nas eleições para presidente dos Estados Unidos - com candidatos perguntando para candidatos não seria a correta. “O modelo ressalta o interesse eleitoreiro”.
A postura é diferente da adotada na última segunda-feira quando o próprio Bertelli elogiou as regras do debate que será promovido pelo Grupo Corrêa Neves. “(as regras) Foram muito bem detalhadas, pormenorizadas e com algumas inovações. Acredito que o debate vai levar ao conhecimento do eleitor as necessidades para sua decisão.
Até o momento, nada contra a presença dele. (Sidnei) Estará presente”. O mesmo Bertelli foi quem levou em mãos o comunicado avisando a desistência do tucano ao Grupo Corrêa Neves, à TV Record e à EPTV, empresas que haviam anunciado debates com os candidatos a prefeito em Franca.
A decisão de Sidnei não surpreende. Na dianteira em todas as pesquisas eleitorais realizadas até agora, o tucano tem o conforto do apoio popular. Pesquisa de intenção de votos do Instituto Datalink, divulgada pelo Comércio da Franca dia 1º de junho, mostrou que o prefeito tem, no mínimo 41,2% dos votos na cidade.
Na ocasião, no entanto, os partidos ainda não haviam oficializado seus candidatos. Por isso, Tito Flávio (PCB), Jorginho (Psol) e Cristiano Rodrigues (PV) não constavam entre os concorrentes, o que pode mudar o cenário em uma próxima pesquisa.
REGRA CLARA
O anúncio tucano faz referência ainda a supostas ameaças de “penalização” feitas por parte de órgãos de comunicação - aos quais não deu nomes - fato que, no seu entender, contraria as práticas democráticas e sua disposição em debater dentro das regras que julga eficientes.
O jornalista Corrêa Neves Júnior, diretor-responsável do Comércio da Franca, disse que a organização do debate teve o cuidado de adotar um modelo - com perguntas sorteadas, rodízio entre perguntadores e questionamentos de jornalistas, justamente, para evitar ataques pessoais e a centralização em um único assunto. “Não acho válida a justificativa apresentada pela coligação. Foi uma aposta arriscadíssima do prefeito. Debate significa confronto de idéias entre oponentes. São pessoas discutindo idéias com pontos de vista diferentes. É claro e evidente que o objetivo dos candidatos é eleitoreiro, afinal, estão disputando uma eleição e a razão é vencer”.
Marcos Brambilla, editor-chefe da TV Record Franca, lamentou a postura adotada pelo prefeito Sidnei Rocha. “Seria um momento para expor o que fez e apresentar seu plano de governo para os próximos quatro anos. O modelo de debate é o tradicional, em que candidatos perguntam para candidatos. Não tem o que o prefeito reclamar neste sentido. Ele tem o direito de não participar mas, democraticamente, não é saudável. Seria ótimo para a cidade se todos estivem presentes”.
De acordo com as regras estabelecidas pelo Grupo Corrêa Neves de Comunicação, o espaço reservado ao candidato que faltar permanecerá vazio e sua ausência será citada pelo mediador. Além disso, a pergunta que ele responderia será feita e ficará sem resposta. O tempo excedente ao final de cada bloco será dividido igualmente nas considerações finais.
Fonte: Comércio da Franca (8/8/2008)
TITO ESPERAVA DESISTÊNCIA DE ROCHA, 'MAS NÃO TÃO CEDO'

Da Redação
COMÉRCIO DA FRANCA
Tito Flávio (PCB) recebeu a notícia da desistência de Sidnei Rocha com surpresa. Não por ele não ir aos debates, o que disse já esperar - mas pela decisão ocorrer com muita antecedência. “O prefeito foge da raia porque se ele não for no debate tem uma perda calculada. Ele sabe que, se for, vai ser o alvo preferido e perder muitos pontos. Ele pode também se descontrolar, o que é da personalidade dele, uma pessoa destemperada”. O candidato disse que já reuniu “dados alarmantes” relativos à administração de Sidnei. “Vamos fazer todos questionamentos a ele, ao vivo, aqueles que a população gostaria de fazer. Sua manutenção (de Sidnei) no poder da cidade é um perigo à população”.
Fonte: Comércio da Franca (8/8/2008)
PCB E PSOL: OS SEMCOMITÊ
Da Redação
COMÉRCIO DA FRANCA
Dos cinco partidos que têm candidatos à prefeitura de Franca, dois não terão comitês: o PCB (Partido Comunista Brasileiro) e o Psol (Partido Socialismo e Liberdade). Os partidos da esquerda mais radical decidiram guardar os recursos para as propagandas eleitorais e vão concentrar as articulações políticas nas casas dos próprios candidatos.
Jorge Martins (Psol), o Jorginho, está usando o escritório, instalado em sua casa, no Jardim Redentor. As reuniões e distribuição de tarefas serão feitas no local. O candidato atribuiu a ausência de um comitê do partido ao custo financeiro da campanha, que, segundo ele, será baixo. Por conta disso, a prioridade será a divulgação das propostas através de panfletos e da mídia. “Até tivemos a idéia de montar um comitê, mas vamos aplicar as finanças na propaganda política”, disse Jorginho.
Tito Flávio, candidato do PCB, tem articulado sua campanha nas casas de militantes, assessores e candidatos. A sede oficial do partido funciona na sua casa, na Vila Industrial, e é lá onde acontece a maioria dos encontros.
Ao contrário de Jorginho, Tito Flávio disse que nem chegou a pensar em montar um comitê. “O comitê, nesse momento, não agrega ou fortalece campanha. Na verdade, os militantes serão nossos comitês ambulantes”.
Fonte: Comércio da Franca (6/8/2008)
COMÉRCIO DA FRANCA
Dos cinco partidos que têm candidatos à prefeitura de Franca, dois não terão comitês: o PCB (Partido Comunista Brasileiro) e o Psol (Partido Socialismo e Liberdade). Os partidos da esquerda mais radical decidiram guardar os recursos para as propagandas eleitorais e vão concentrar as articulações políticas nas casas dos próprios candidatos.
Jorge Martins (Psol), o Jorginho, está usando o escritório, instalado em sua casa, no Jardim Redentor. As reuniões e distribuição de tarefas serão feitas no local. O candidato atribuiu a ausência de um comitê do partido ao custo financeiro da campanha, que, segundo ele, será baixo. Por conta disso, a prioridade será a divulgação das propostas através de panfletos e da mídia. “Até tivemos a idéia de montar um comitê, mas vamos aplicar as finanças na propaganda política”, disse Jorginho.
Tito Flávio, candidato do PCB, tem articulado sua campanha nas casas de militantes, assessores e candidatos. A sede oficial do partido funciona na sua casa, na Vila Industrial, e é lá onde acontece a maioria dos encontros.
Ao contrário de Jorginho, Tito Flávio disse que nem chegou a pensar em montar um comitê. “O comitê, nesse momento, não agrega ou fortalece campanha. Na verdade, os militantes serão nossos comitês ambulantes”.
Fonte: Comércio da Franca (6/8/2008)
DIFERENTES, SIM. MAS COM UM OBJETIVO EM COMUM
MARCOS JUNQUEIRA
Editor-assistente de Local/COMÉRCIO DA FRANCA
Cinco homens, com idades, filosofias políticas, histórias e personalidades totalmente diferentes estão em plena disputa para governar Franca pelos próximos quatro anos. Cada qual ao seu estilo, eles têm trabalhado com um único objetivo: conquistar o eleitorado da cidade. A disparidade dos estilos é grande e passa da personalidade forte do atual prefeito, Sidnei Rocha (PSDB), ao tipo “bom moço” de Cristiano Rodrigues (PV).
Rocha é o mais velho. Fará 65 anos no próximo dia 22. Formado em Direito, já foi vereador, entre 1976 e 1982, e prefeito (entre 83 e 87). Conhecido pelos posicionamentos firmes e pelo estilo centralizador de governar, tem obtido bons índices de aprovação popular e em pesquisa de intenção de votos, como a realizada em maio pelo Instituto Datalink - sob encomenda do Comércio da Franca. Foi apontado como favorito disparado a vencer estas eleições. Sobre suas chances de vitória, o tucano não economiza modéstia. “Entrei para ganhar”, disse, quando oficializou sua candidatura.
Seu principal adversário é o petista Gilson Pelizaro, 42. Vereador há quatro mandatos, tem utilizado - e com a proximidade da eleição reconhece que intensificará o ritmo - todo e qualquer deslize da administração de Rocha para tentar arrebanhar eleitores. Agora, o tema a ser explorado à exaustão é a falta de água em Franca, registrada desde 20 de julho e com perspectivas de perdurar por mais alguns dias. Por onde passa, Pelizaro toca no assunto. “Eu não assinei o contrato da Prefeitura com a Sabesp e fui contrário à aprovação como ela ocorreu, às pressas, e sem que a maioria conhecesse o seu teor. O resultado está aí”, afirmou, na última semana.
O advogado Jorge Martins (PSOL), ou “Jorginho”, de 50 anos, quer aproveitar a disputa entre o tucano e o petista para correr por fora e ganhar espaço. Em seu discurso, não se cansa de dizer que Sidnei Rocha e Gilson Pelizaro - e seus partidos - têm muitas semelhanças no estilo de administrar. “Nos últimos anos, nos dois governos, Franca enfrenta os mesmo problemas. Seremos uma opção para o eleitor”, garante.
Professor universitário, Tito Flávio (PCB) é jovem e bem articulado e demonstra conhecimentos políticos. Ele próprio reconhece que suas chances são pequenas, mas ressalta a importância de sua candidatura. “Em uma eleição é fundamental que haja mais que uma ou duas opções. Acho muito importante estabelecermos um amplo debate de idéias”, disse.
O quinto postulante à Prefeitura é Cristiano Rodrigues (PV). Jovem, de fala mansa e educado, quer cativar os eleitores com um discurso politicamente correto, embasado por projetos de ações sociais e de preservação do meio ambiente. Para ele, o favoritismo de Rocha é virtual e, nas urnas, tudo pode ser revertido. “A campanha começou agora. Nossa candidatura tem sido bem aceita e estou certo que crescerá muito até as eleições. A decisão só sairá no final da apuração”, afirmou, na sexta-feira.
Fonte: Comércio da Franca (3/8/2008)
Editor-assistente de Local/COMÉRCIO DA FRANCA
Cinco homens, com idades, filosofias políticas, histórias e personalidades totalmente diferentes estão em plena disputa para governar Franca pelos próximos quatro anos. Cada qual ao seu estilo, eles têm trabalhado com um único objetivo: conquistar o eleitorado da cidade. A disparidade dos estilos é grande e passa da personalidade forte do atual prefeito, Sidnei Rocha (PSDB), ao tipo “bom moço” de Cristiano Rodrigues (PV).
Rocha é o mais velho. Fará 65 anos no próximo dia 22. Formado em Direito, já foi vereador, entre 1976 e 1982, e prefeito (entre 83 e 87). Conhecido pelos posicionamentos firmes e pelo estilo centralizador de governar, tem obtido bons índices de aprovação popular e em pesquisa de intenção de votos, como a realizada em maio pelo Instituto Datalink - sob encomenda do Comércio da Franca. Foi apontado como favorito disparado a vencer estas eleições. Sobre suas chances de vitória, o tucano não economiza modéstia. “Entrei para ganhar”, disse, quando oficializou sua candidatura.
Seu principal adversário é o petista Gilson Pelizaro, 42. Vereador há quatro mandatos, tem utilizado - e com a proximidade da eleição reconhece que intensificará o ritmo - todo e qualquer deslize da administração de Rocha para tentar arrebanhar eleitores. Agora, o tema a ser explorado à exaustão é a falta de água em Franca, registrada desde 20 de julho e com perspectivas de perdurar por mais alguns dias. Por onde passa, Pelizaro toca no assunto. “Eu não assinei o contrato da Prefeitura com a Sabesp e fui contrário à aprovação como ela ocorreu, às pressas, e sem que a maioria conhecesse o seu teor. O resultado está aí”, afirmou, na última semana.
O advogado Jorge Martins (PSOL), ou “Jorginho”, de 50 anos, quer aproveitar a disputa entre o tucano e o petista para correr por fora e ganhar espaço. Em seu discurso, não se cansa de dizer que Sidnei Rocha e Gilson Pelizaro - e seus partidos - têm muitas semelhanças no estilo de administrar. “Nos últimos anos, nos dois governos, Franca enfrenta os mesmo problemas. Seremos uma opção para o eleitor”, garante.
Professor universitário, Tito Flávio (PCB) é jovem e bem articulado e demonstra conhecimentos políticos. Ele próprio reconhece que suas chances são pequenas, mas ressalta a importância de sua candidatura. “Em uma eleição é fundamental que haja mais que uma ou duas opções. Acho muito importante estabelecermos um amplo debate de idéias”, disse.
O quinto postulante à Prefeitura é Cristiano Rodrigues (PV). Jovem, de fala mansa e educado, quer cativar os eleitores com um discurso politicamente correto, embasado por projetos de ações sociais e de preservação do meio ambiente. Para ele, o favoritismo de Rocha é virtual e, nas urnas, tudo pode ser revertido. “A campanha começou agora. Nossa candidatura tem sido bem aceita e estou certo que crescerá muito até as eleições. A decisão só sairá no final da apuração”, afirmou, na sexta-feira.
Fonte: Comércio da Franca (3/8/2008)
TITO É LIBERADO PELA JUSTIÇA
Da RedaçãoI
A Justiça Eleitoral acatou na sexta-feira o recurso do candidato a prefeito de Franca, Tito Flávio Bellini (PCB), que teve seu registro de candidatura indeferido na semana passada pela juíza Márcia Christina Teixeira Branco, da 46ª Zona Eleitoral. A sentença proferida anteriormente reconhecia que Tito, seu vice Rogério Machado e o candidato a vereador pela legenda, Túlio Lemos Ribeiro, não estavam filiados ao PCB, pois o Cartório não dispunha da lista com os nomes dos integrantes.
I Durante a última semana o partido apresentou toda a papelada necessária para comprovar a situação regular dos “camaradas”. A principal argumentação na defesa foi a Súmula 20 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), norma que estabelece que qualquer documento do partido é válido como comprovante de filiação, dispensando a listagem nominal e a ficha assinada em cartório.
I Os integrantes da chapa filiaram-se ao “partidão” em setembro do ano passado, no diretório estadual em São Paulo. Na ocasião foi constituída uma comissão provisória, reconhecida pelo PCB como a direção municipal em Franca.
I Tito comemora sua volta oficial à disputa. “Foi a decisão justa. Infelizmente no primeiro momento a Justiça entendeu que os documentos não eram suficientes, pois o cartório em Franca não tinha nossa listagem de nomes em seu poder. Tudo foi um mal-entendido, tanto que nem paramos nossa campanha”, afirmou.
I
Fonte: Comércio da Franca (3/8/2008)
TITO FLÁVIO RECORRE PARA REVERTER DECISÃO JUDICIAL
Da Redação
COMÉRCIO DA FRANCA

O PCB (Partido Comunista Brasileiro) recorreu, na sexta-feira, à Justiça Eleitoral, para tentar reverter os indeferimentos das candidaturas a prefeito de Tito Flávio, de seu vice Rogério Limonti e do candidato a vereador Túlio Lemos Ribeiro.
A sentença, segundo eles, foi expedida devido à ausência de documentação que provasse a filiação dos três ao partido, o que é exigido pela legislação eleitoral.
Em nota oficial, o PCB confirma o que foi dito pelo candidato em entrevista ao Comércio e ressalta que no dia 14 de setembro de 2007, dentro do prazo estipulado pela Resolução 22.717/2008, os candidatos foram filiados ao PCB em São Paulo. “Foi constituída também naquela data a atual Comissão Provisória, o que é comprovado por documento do TRE-SP e por fichas de filiação partidária abonadas por membro do Comitê Estadual”.
O partido afirma já ter entregue a documentação que comprova a filiação dos três à sigla e pede a “nulidade da decisão recorrida, determinando o registro das candidaturas dos requerentes”.
Fonte: Comércio da Franca (29/7/2008)
COMÉRCIO DA FRANCA

O PCB (Partido Comunista Brasileiro) recorreu, na sexta-feira, à Justiça Eleitoral, para tentar reverter os indeferimentos das candidaturas a prefeito de Tito Flávio, de seu vice Rogério Limonti e do candidato a vereador Túlio Lemos Ribeiro.
A sentença, segundo eles, foi expedida devido à ausência de documentação que provasse a filiação dos três ao partido, o que é exigido pela legislação eleitoral.
Em nota oficial, o PCB confirma o que foi dito pelo candidato em entrevista ao Comércio e ressalta que no dia 14 de setembro de 2007, dentro do prazo estipulado pela Resolução 22.717/2008, os candidatos foram filiados ao PCB em São Paulo. “Foi constituída também naquela data a atual Comissão Provisória, o que é comprovado por documento do TRE-SP e por fichas de filiação partidária abonadas por membro do Comitê Estadual”.
O partido afirma já ter entregue a documentação que comprova a filiação dos três à sigla e pede a “nulidade da decisão recorrida, determinando o registro das candidaturas dos requerentes”.
Fonte: Comércio da Franca (29/7/2008)
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Comitê Municipal de Franca do Partido Comunista Brasileiro (PCB) torna pública essa nota de esclarecimento em decorrência do indeferimento do registro de suas candidaturas à prefeito, vice-prefeito e vereador na cidade de Franca-SP.
1. O indeferimento no registro das candidaturas foi baseado num pretenso não atendimento do requisito legal da filiação partidária, conforme previsto no artigo 12 da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral de número 22.717, de 28 de fevereiro de 2008. O artigo 12 da referida legislação preconiza que: “Art. 12. Para concorrer às eleições, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral no respectivo município, desde 5 de outubro de 2007, e estar com a filiação deferida pelo partido político na mesma data, desde que o estatuto partidário não estabeleça prazo superior” (Lei nº 9.504/97, art. 9º, caput e Lei nº 9.096/95, arts. 18 e 20, caput). Grifo nosso.
2. No dia 14 de setembro de 2007, dentro do prazo estipulado pela Resolução 22.717/2008, os nossos candidatos foram filiados ao PCB, constituindo também naquela data a atual Comissão Provisória, comprovado por documento do TRE-SP e por fichas de filiação partidária abonadas por membro do Comitê Estadual.
3. O Presidente da Comissão Provisória local procurou o Cartório da 46ª Zona Eleitoral em 25 de abril de 2008 para se informar sobre a condição dos filiados ao PCB, tendo obtido então uma certidão de filiação partidária atestando o nome de Tito Flávio Bellini como presidente da referida comissão.
4. O Tribunal Superior Eleitoral preconiza em sua Súmula 20 que a falta do nome do candidato na lista do partido encaminhada a Justiça Eleitoral pode ser suprida por outro elementos de prova de filiação. “20. A falta do nome do filiado ao partido na lista por este encaminhada à Justiça Eleitoral, nos termos do art. 19 da Lei 9.096, de 19-9-1995, pode ser suprida por outros elementos de prova de oportuna filiação.” Grifo nosso.
5. Está claro na petição de pedido de registro do Diretório Municipal de Franca, a prova inconteste de constituição do Comitê Municipal e da eleição da Comissão Provisória Municipal, da qual consta que os candidatos são filiados ao Partido, uma vez que foram eleitos dirigentes partidários. Ademais a jurisprudência é totalmente favorável a este entendimento, ficando assim comprovado que os candidatos incontestavelmente estão devidamente filiados ao Partido Comunista Brasileiro.
6. Requeremos através de adequado recurso à Justiça Eleitoral a manutenção dos direitos dos candidatos continuarem na campanha eleitoral até transito e julgado de todos os recursos possíveis, além da NULIDADE da decisão recorrida, determinando o registro das candidaturas dos requerentes.
7. Reafirmamos nosso compromisso em continuarmos em campanha e na disputa eleitoral, convictos que o PCB-Franca registrou suas candidaturas dentro do prazo legal e seguindo todas as normativas previstas na legislação eleitoral.
Franca, 25 de julho de 2008.
Partido Comunista Brasileiro-PCB
COMITÊ MUNICIPAL DE FRANCA
www.pcbfranca.blogspot.com
1. O indeferimento no registro das candidaturas foi baseado num pretenso não atendimento do requisito legal da filiação partidária, conforme previsto no artigo 12 da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral de número 22.717, de 28 de fevereiro de 2008. O artigo 12 da referida legislação preconiza que: “Art. 12. Para concorrer às eleições, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral no respectivo município, desde 5 de outubro de 2007, e estar com a filiação deferida pelo partido político na mesma data, desde que o estatuto partidário não estabeleça prazo superior” (Lei nº 9.504/97, art. 9º, caput e Lei nº 9.096/95, arts. 18 e 20, caput). Grifo nosso.
2. No dia 14 de setembro de 2007, dentro do prazo estipulado pela Resolução 22.717/2008, os nossos candidatos foram filiados ao PCB, constituindo também naquela data a atual Comissão Provisória, comprovado por documento do TRE-SP e por fichas de filiação partidária abonadas por membro do Comitê Estadual.
3. O Presidente da Comissão Provisória local procurou o Cartório da 46ª Zona Eleitoral em 25 de abril de 2008 para se informar sobre a condição dos filiados ao PCB, tendo obtido então uma certidão de filiação partidária atestando o nome de Tito Flávio Bellini como presidente da referida comissão.
4. O Tribunal Superior Eleitoral preconiza em sua Súmula 20 que a falta do nome do candidato na lista do partido encaminhada a Justiça Eleitoral pode ser suprida por outro elementos de prova de filiação. “20. A falta do nome do filiado ao partido na lista por este encaminhada à Justiça Eleitoral, nos termos do art. 19 da Lei 9.096, de 19-9-1995, pode ser suprida por outros elementos de prova de oportuna filiação.” Grifo nosso.
5. Está claro na petição de pedido de registro do Diretório Municipal de Franca, a prova inconteste de constituição do Comitê Municipal e da eleição da Comissão Provisória Municipal, da qual consta que os candidatos são filiados ao Partido, uma vez que foram eleitos dirigentes partidários. Ademais a jurisprudência é totalmente favorável a este entendimento, ficando assim comprovado que os candidatos incontestavelmente estão devidamente filiados ao Partido Comunista Brasileiro.
6. Requeremos através de adequado recurso à Justiça Eleitoral a manutenção dos direitos dos candidatos continuarem na campanha eleitoral até transito e julgado de todos os recursos possíveis, além da NULIDADE da decisão recorrida, determinando o registro das candidaturas dos requerentes.
7. Reafirmamos nosso compromisso em continuarmos em campanha e na disputa eleitoral, convictos que o PCB-Franca registrou suas candidaturas dentro do prazo legal e seguindo todas as normativas previstas na legislação eleitoral.
Franca, 25 de julho de 2008.
Partido Comunista Brasileiro-PCB
COMITÊ MUNICIPAL DE FRANCA
www.pcbfranca.blogspot.com
JUSTIÇA INDEFERE CANDIDATURA DE TITO
Marcelo Scalioni
COMÉRCIO DA FRANCA
A Justiça Eleitoral indeferiu ontem a candidatura a prefeito de Tito Flávio Bellini, de seu vice, Rogério Machado Limonti, e do candidato a vereador Túlio Lemos Ribeiro, todos concorrendo pelo PCB. O motivo é a ausência de documentação que prove a filiação dos três ao partido, o que é exigido pela legislação eleitoral. Tito Flávio disse que vai recorrer da decisão ainda hoje e que tem documentos que comprovam sua filiação pela sigla desde setembro de 2007. Foi o primeiro caso de indeferimento de candidatura à Prefeitura de Franca.
O edital com a sentença da juíza Márcia Christina Teixeira Branco Mendonça foi fixado ontem no Cartório da 46ª Zona Eleitoral (Centro). Pela decisão, o indeferimento se deu pela documentação de Tito não cumprir com o exigido pelo artigo 12 da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que determina o tempo mínimo de filiação de um ano antes das eleições. Segundo a decisão, os três não apresentaram os comprovantes de cumprimento desta exigência.Uma funcionária do cartório disse que por duas vezes ao ano (abril e setembro), os partidos devem enviar para a Justiça Eleitoral a listagem de filiação e que até outubro do ano passado o PCB não havia enviado este documento.
Tito Flávio afirmou que está “tranqüilo” e que casos desta natureza são relativamente comuns. Segundo o candidato, o partido estava desativado em Franca e que, em 14 de setembro do ano passado, ele e outros cinco “camaradas” foram a São Paulo, no comitê central do PCB, onde formalizaram a criação de uma comissão temporária para o município, que até então tinha nenhum membro. “Fizemos nossa filiação e, e em dezembro, a comissão foi oficializada na Justiça Eleitoral”, disse.
O problema, segundo ele, é que não havia uma lista de candidatos de Franca e que, por isso, a Justiça o apontou como um “sem-partido”. “É ambíguo. Como não somos filiados se temos uma comissão?”, questionou o candidato. Segundo Tito, uma norma do Tribunal Regional Eleitoral garante sua elegibilidade. “A súmula 20 diz que qualquer documentação que comprove a filiação já é válida para provar à Justiça. Nós somos filiados em São Paulo”, afirmou, mostrando-se confiante. “Nós nem paramos a campanha por conta disso”.
Fonte: Comércio da Franca (25/7/2008)
COMÉRCIO DA FRANCA
A Justiça Eleitoral indeferiu ontem a candidatura a prefeito de Tito Flávio Bellini, de seu vice, Rogério Machado Limonti, e do candidato a vereador Túlio Lemos Ribeiro, todos concorrendo pelo PCB. O motivo é a ausência de documentação que prove a filiação dos três ao partido, o que é exigido pela legislação eleitoral. Tito Flávio disse que vai recorrer da decisão ainda hoje e que tem documentos que comprovam sua filiação pela sigla desde setembro de 2007. Foi o primeiro caso de indeferimento de candidatura à Prefeitura de Franca.
O edital com a sentença da juíza Márcia Christina Teixeira Branco Mendonça foi fixado ontem no Cartório da 46ª Zona Eleitoral (Centro). Pela decisão, o indeferimento se deu pela documentação de Tito não cumprir com o exigido pelo artigo 12 da resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que determina o tempo mínimo de filiação de um ano antes das eleições. Segundo a decisão, os três não apresentaram os comprovantes de cumprimento desta exigência.Uma funcionária do cartório disse que por duas vezes ao ano (abril e setembro), os partidos devem enviar para a Justiça Eleitoral a listagem de filiação e que até outubro do ano passado o PCB não havia enviado este documento.
Tito Flávio afirmou que está “tranqüilo” e que casos desta natureza são relativamente comuns. Segundo o candidato, o partido estava desativado em Franca e que, em 14 de setembro do ano passado, ele e outros cinco “camaradas” foram a São Paulo, no comitê central do PCB, onde formalizaram a criação de uma comissão temporária para o município, que até então tinha nenhum membro. “Fizemos nossa filiação e, e em dezembro, a comissão foi oficializada na Justiça Eleitoral”, disse.
O problema, segundo ele, é que não havia uma lista de candidatos de Franca e que, por isso, a Justiça o apontou como um “sem-partido”. “É ambíguo. Como não somos filiados se temos uma comissão?”, questionou o candidato. Segundo Tito, uma norma do Tribunal Regional Eleitoral garante sua elegibilidade. “A súmula 20 diz que qualquer documentação que comprove a filiação já é válida para provar à Justiça. Nós somos filiados em São Paulo”, afirmou, mostrando-se confiante. “Nós nem paramos a campanha por conta disso”.
Fonte: Comércio da Franca (25/7/2008)
ENTREVISTA À FOLHA DE S.PAULO
Na edição do último domingo, a Folha de S.Paulo - caderno "Ribeirão" - publicou reportagem a partir de trechos de entrevistas concedidas pelos 5 candidatos à prefeitura de Franca.
Leia a seguir a íntegra da entrevista de Tito Bellini, candidato à prefeito pelo PCB:
Folha de S.Paulo - Como você e o PCB pretendem tirar a atenção (e os votos) dos eleitores das duas chapas consideradas principais em Franca (PSDB e PT)?
Tito Bellini - Entramos nesta disputa porque acreditamos que podemos acrescentar valores positivos ao debate eleitoral, mostrar que é possível fazer política a partir de idéias e compromissos coletivos. Nesse sentido, nossa intenção não é tirar votos, mas apresentar um programa de ações capazes de transformar Franca numa cidade justa e solidária. Claro que, ao assumirmos determinadas bandeiras, muitas de nossas concepções se chocam com a dos demais candidatos. Caberá então à população distinguir tais diferenças e optar entre elas.
Folha - A linha de campanha de vocês será crítica ou mais amena?
Tito - Diria que nossa campanha será realista. Crítica na análise, pois não podemos deixar de apontar os graves problemas da cidade. E isso não se faz com ofensas pessoais a quem quer que seja. As pessoas já estão cansadas disso. Ao criticar queremos demonstrar à população como é possível o poder público atuar de outro modo, atento às necessidades da maioria dos francanos e não de uma elite apenas.
Folha - Quais problemas você considera os principais de Franca e como resolvê-los?
Tito - O principal problema, histórico, tem relação com o acúmulo de riqueza nas mãos de poucos, algo que nos acompanha desde 1500. A partir disso é que os demais problemas surgem. Como justificar a compra de 6 mil caminhões cheios de brita, gastando meio milhão de reais? Tudo pra a reconstrução de córregos e asfaltamento? Enquanto isso, a saúde pública está um caos, as mães estão sem vagas em creches (faltam 20 mil vagas!) e várias grandes empresas fecharam as portas e demitiram milhares de trabalhadores. Está tudo 100% como gosta de dizer o prefeito?
Folha - O mercado calçadista, principal característica da economia de Franca, vive um momento não muito bom. Em relação à ele, o que têm de propostas?
Tito - É preciso acabar com o mito que Franca é a cidade do calçado. Franca é a cidade do sapateiro, e este hoje está à mingua, representando de modo dramático a realidade do setor calçadista. Enquanto grandes fábricas são fechadas, a cidade ganhe destaque nacional pela geração de empregos, o que aponta para um tendência de mudança no perfil econômico da cidade, mas demonstra a incapacidade do setor calçadista em aproveitar o vigor econômico de Franca. A intervenção do poder público municipal deve ser direcionada para a manutenção do emprego e do trabalho, através principalmente do desenvolvimento de experiências autogestionáveis.
Folha - Quais bandeiras o PCB vai carregar na campanha. Alguma proposta que considera inovadora?
Tito - Nossa principal bandeira é a construção do poder popular. Para que se efetive é necessário uma redistribuição da riqueza produzida na cidade. Duas formas essenciais e viáveis de contribuirmos para isso são os projetos Tarifa Zero e o IPTU Progressivo. Para ambos, a lógica é uma só: quem tem mais paga mais; quem tem menos paga menos; e quem não tem, não paga! O Tarifa Zero consiste na gratuidade total do transporte coletivo municipal, hoje nas mãos da iniciativa privada. O custeio das passagens virá justamente dos setores econômicos que mais acumulam.
Folha - Em Franca, pela primeira vez, as eleições podem ter 2º turno. Isso é bom ou ruim para a candidatura de vocês?
Tito - Se levarmos em conta as pesquisas de intenção de voto publicadas até aqui, Franca não teria 2° turno, o que seria péssimo para a cidade. Essa é uma “verdade” que tem sido vendida nos últimos tempos, mas nós discordamos dela. Entendemos que o atual prefeito já atingiu o seu limite de votação antes do inicio da campanha. A tendência dele é perder eleitores, até porque sua coligação é composta por muitos partidos, inclusive com interesses divergentes. É pouco provável que ele mantenha seu “frankestein” durante toda a campanha. E o segundo turno é excelente por isso. O eleitor poderá votar na proposta que tiver mais identificação, dispensando a prática comum do “voto útil”.
Folha - Caso a eleição se mantenha polarizada para o 2º turno, vocês já tem um partido para apoiar ou é cedo para dizer?
Tito - De fato, ainda é cedo para dizer. Mas caso não estejamos no 2° turno, analisaremos o cenário e consultaremos todos aqueles que estão conosco. Posso antecipar que de forma alguma apoiaremos o atual prefeito. Nos demais casos, nossa posição final também deverá levar em conta a incorporação ou não de alguns projetos e bandeiras nossas.
Folha - O que considera de mais errado nas últimas gestões (PT e PSDB) na cidade?
Tito - O governo petista perdeu a oportunidade histórica de transformar de fato Franca na cidade da participação popular. O orçamento participativo, por exemplo, existiu apenas formalmente. Os conselhos municipais também. O atual prefeito, reafirmando a velha forma de fazer política, por sua vez, buscou cooptar as lideranças populares e controlar os conselhos municipais. Hoje a cidade não decide seu destino. E isso, nós iremos mudar!
Folha - Se tiver algo mais que queira colocar, fique à vontade.
Tito - Nossa proposta é de esperança na política, de fé no homem e na construção de uma cidade igualitária e democrática! As eleições devem servir para a população perceber que a política é um espaço fundamental da vida de todos nós. E que não podemos apenas depositar a confiança em “representantes”, mas lutarmos por participação direta das decisões. Os cidadãos de Franca têm alternativas e não precisam escolher entre o ruim e péssimo. Pretendemos conquistar não apenas eleitores, mas militantes que se identifiquem com a proposta coletiva que o PCB é representante, pois nosso programa político está sendo construído com a participação de diversos setores e movimentos sociais, ligados à luta pela Reforma Agrária, ao combate ao agronegócio, pela organização do trabalhador em empresas de autogestão, por uma cultura que valorize e estimule a produção local, as raízes regionais, a diversidade. Enfim, nosso diferencial será exatamente por apresentarmos um projeto político-social amplo, e não apenas um programa eleitoral.
Leia a seguir a íntegra da entrevista de Tito Bellini, candidato à prefeito pelo PCB:
Folha de S.Paulo - Como você e o PCB pretendem tirar a atenção (e os votos) dos eleitores das duas chapas consideradas principais em Franca (PSDB e PT)?
Tito Bellini - Entramos nesta disputa porque acreditamos que podemos acrescentar valores positivos ao debate eleitoral, mostrar que é possível fazer política a partir de idéias e compromissos coletivos. Nesse sentido, nossa intenção não é tirar votos, mas apresentar um programa de ações capazes de transformar Franca numa cidade justa e solidária. Claro que, ao assumirmos determinadas bandeiras, muitas de nossas concepções se chocam com a dos demais candidatos. Caberá então à população distinguir tais diferenças e optar entre elas.
Folha - A linha de campanha de vocês será crítica ou mais amena?
Tito - Diria que nossa campanha será realista. Crítica na análise, pois não podemos deixar de apontar os graves problemas da cidade. E isso não se faz com ofensas pessoais a quem quer que seja. As pessoas já estão cansadas disso. Ao criticar queremos demonstrar à população como é possível o poder público atuar de outro modo, atento às necessidades da maioria dos francanos e não de uma elite apenas.
Folha - Quais problemas você considera os principais de Franca e como resolvê-los?
Tito - O principal problema, histórico, tem relação com o acúmulo de riqueza nas mãos de poucos, algo que nos acompanha desde 1500. A partir disso é que os demais problemas surgem. Como justificar a compra de 6 mil caminhões cheios de brita, gastando meio milhão de reais? Tudo pra a reconstrução de córregos e asfaltamento? Enquanto isso, a saúde pública está um caos, as mães estão sem vagas em creches (faltam 20 mil vagas!) e várias grandes empresas fecharam as portas e demitiram milhares de trabalhadores. Está tudo 100% como gosta de dizer o prefeito?
Folha - O mercado calçadista, principal característica da economia de Franca, vive um momento não muito bom. Em relação à ele, o que têm de propostas?
Tito - É preciso acabar com o mito que Franca é a cidade do calçado. Franca é a cidade do sapateiro, e este hoje está à mingua, representando de modo dramático a realidade do setor calçadista. Enquanto grandes fábricas são fechadas, a cidade ganhe destaque nacional pela geração de empregos, o que aponta para um tendência de mudança no perfil econômico da cidade, mas demonstra a incapacidade do setor calçadista em aproveitar o vigor econômico de Franca. A intervenção do poder público municipal deve ser direcionada para a manutenção do emprego e do trabalho, através principalmente do desenvolvimento de experiências autogestionáveis.
Folha - Quais bandeiras o PCB vai carregar na campanha. Alguma proposta que considera inovadora?
Tito - Nossa principal bandeira é a construção do poder popular. Para que se efetive é necessário uma redistribuição da riqueza produzida na cidade. Duas formas essenciais e viáveis de contribuirmos para isso são os projetos Tarifa Zero e o IPTU Progressivo. Para ambos, a lógica é uma só: quem tem mais paga mais; quem tem menos paga menos; e quem não tem, não paga! O Tarifa Zero consiste na gratuidade total do transporte coletivo municipal, hoje nas mãos da iniciativa privada. O custeio das passagens virá justamente dos setores econômicos que mais acumulam.
Folha - Em Franca, pela primeira vez, as eleições podem ter 2º turno. Isso é bom ou ruim para a candidatura de vocês?
Tito - Se levarmos em conta as pesquisas de intenção de voto publicadas até aqui, Franca não teria 2° turno, o que seria péssimo para a cidade. Essa é uma “verdade” que tem sido vendida nos últimos tempos, mas nós discordamos dela. Entendemos que o atual prefeito já atingiu o seu limite de votação antes do inicio da campanha. A tendência dele é perder eleitores, até porque sua coligação é composta por muitos partidos, inclusive com interesses divergentes. É pouco provável que ele mantenha seu “frankestein” durante toda a campanha. E o segundo turno é excelente por isso. O eleitor poderá votar na proposta que tiver mais identificação, dispensando a prática comum do “voto útil”.
Folha - Caso a eleição se mantenha polarizada para o 2º turno, vocês já tem um partido para apoiar ou é cedo para dizer?
Tito - De fato, ainda é cedo para dizer. Mas caso não estejamos no 2° turno, analisaremos o cenário e consultaremos todos aqueles que estão conosco. Posso antecipar que de forma alguma apoiaremos o atual prefeito. Nos demais casos, nossa posição final também deverá levar em conta a incorporação ou não de alguns projetos e bandeiras nossas.
Folha - O que considera de mais errado nas últimas gestões (PT e PSDB) na cidade?
Tito - O governo petista perdeu a oportunidade histórica de transformar de fato Franca na cidade da participação popular. O orçamento participativo, por exemplo, existiu apenas formalmente. Os conselhos municipais também. O atual prefeito, reafirmando a velha forma de fazer política, por sua vez, buscou cooptar as lideranças populares e controlar os conselhos municipais. Hoje a cidade não decide seu destino. E isso, nós iremos mudar!
Folha - Se tiver algo mais que queira colocar, fique à vontade.
Tito - Nossa proposta é de esperança na política, de fé no homem e na construção de uma cidade igualitária e democrática! As eleições devem servir para a população perceber que a política é um espaço fundamental da vida de todos nós. E que não podemos apenas depositar a confiança em “representantes”, mas lutarmos por participação direta das decisões. Os cidadãos de Franca têm alternativas e não precisam escolher entre o ruim e péssimo. Pretendemos conquistar não apenas eleitores, mas militantes que se identifiquem com a proposta coletiva que o PCB é representante, pois nosso programa político está sendo construído com a participação de diversos setores e movimentos sociais, ligados à luta pela Reforma Agrária, ao combate ao agronegócio, pela organização do trabalhador em empresas de autogestão, por uma cultura que valorize e estimule a produção local, as raízes regionais, a diversidade. Enfim, nosso diferencial será exatamente por apresentarmos um projeto político-social amplo, e não apenas um programa eleitoral.
TITO SE LANÇA COMO 'OPÇÃO À MESMICE'
I
“Uma nova opção” é o lema do candidato Tito Flávio Bellini (PCB). Sem coligação, Tito entrou na disputa somente com o apoio de seus correligionários.
IO candidato afirmou que a intenção do partido foi defender uma alternativa que fugisse da bipolarização dos últimos anos no poder entre PSDB e PT. “Primeiramente a gente avaliou que seria mais salutar lançarmos mais candidaturas para fazer este debate e mostrar que a situação não está as mil maravilhas que o prefeito ressalta”, disse. Tito disse que o corpo-a-corpo será sua principal forma de campanha - sua candidatura não conta com muitos recursos - e admite que será impossível atingir toda a cidade.
I“Vamos estudar as áreas que temos mais penetração para focar lá nossos esforços”, disse. Haverá também espaço para o trabalho jornalístico. “Publicaremos durante o período eleitoral um tablóide com conteúdo de qualidade explicitando nossos planos”, afirmou.
IFonte: Comércio da Franca (8/7/2008)
JÁ DEFINIDOS CINCO CANDIDATOS A PREFEITO
Na corrida eleitoral, PCB desiste de aliança e também terá um postulante à prefeitura de Franca
Da Redação
DIÁRIO DA FRANCA
A eleição rumo à prefeitura de Franca, que inicialmente parecia fadada a ter apenas dois candidatos (PT e PSDB), ganhou novos concorrentes e pelo menos cinco pessoas vislumbram o cargo de prefeito. Porém, os novos nomes surgem de partidos menores, alguns inclusive já com o discurso que concorrerão mais com o objetivo de ampliar o debate político, mas cientes de que quase não reúnem chances de vitória.
O mais novo candidato a prefeito surge através do Comitê Municipal de Franca do PCB (Partido Comunista Brasileiro). No sábado a sigla realizou convenção e aprovou, entre outras deliberações, uma chapa também para concorrer à prefeitura.
Segundo o diretório, após consultas ampliadas às bases do partido e seus militantes, chegou-se à conclusão de que existe a necessidade de participar no processo eleitoral de forma direta e independente. Desse modo, foi oficializado o lançamento de candidaturas próprias em todas as esferas da eleição municipal deste ano.
Para a sigla, as eleições em Franca tendem a adquirir um caráter plebiscitário entre PT e PSDB, o que seria prejudicial à cidade. Diante disso, o PCB acredita que com um maior número de candidaturas aumentam as alternativas de voto e a possibilidade de haver segundo turno.
A chapa majoritária do PCB-Franca será composta pelos candidatos Tito Flávio (candidato à prefeito) e Rogério Machado (vice). Com a decisão foi descartado o apoio ao candidato do PSOL, Jorge Luis Martins. "Consideramos o companheiro Jorge como uma autêntica candidatura operária e classista, mas o momento atual nos leva a optarmos por candidaturas próprias", diz um comunicado do PCB.
OUTROS
Também no último sábado foi oficializada a candidatura de Sidnei Rocha (PSDB) para prefeito e Ary Balieiro (PTB) a vice. Os dois repetem a dobradinha vitoriosa da última eleição, porém, com um apoio bem maior que a anterior. Dessa vez a coligação ganhou novos aliados e tem no total 12 [na verdade 11] partidos políticos [PSDB, PTB, PSB, PMDB, DEM, PP, PTN, PMN, PSDC, PRB e PR] que devem garantir, entre outras coisas, o maior tempo no horáro gratuito na televisão.
Outro que tentará chegar à prefeitura é o vereador Gilson Pelizaro (PT), tendo como vice André Jorge (PPS). O petista aposta na polarização para chegar ao segundo turno e buscar a vitória. "Por enquanto apenas o prefeito é um candidato de verdade, pois está na mídia o tempo tempo e sempre ficou claro que buscaria a reeleição. Mas, a partir do início da campanha, tentaremos dividir as atenções", explica.
A disputa tem ainda o porfessor Cristiano Rodrigues, o Crico, candidato a prefeito pelo PV. Tendo como vice Tânia Boraschi [PSC], ele espera ser um diferencial nessa disputa política. "O PV estará desenvolvendo um trabalho político sem vícios, mas com filosofia de ações em diversas áreas", garante.
O PSOL está pleiteando a prefeitura através do ex-sindicalista e advogado, Jorge Luis Martins. Ele aposta principalmente no apoio de sindicatos e outras entidades ligadas aos trabalhadores para fazer sua candidatura crescer a partir do início da campanha.
Fonte: Diário da Franca (1/7/2008), p. 3.
Da Redação
DIÁRIO DA FRANCA
A eleição rumo à prefeitura de Franca, que inicialmente parecia fadada a ter apenas dois candidatos (PT e PSDB), ganhou novos concorrentes e pelo menos cinco pessoas vislumbram o cargo de prefeito. Porém, os novos nomes surgem de partidos menores, alguns inclusive já com o discurso que concorrerão mais com o objetivo de ampliar o debate político, mas cientes de que quase não reúnem chances de vitória.
O mais novo candidato a prefeito surge através do Comitê Municipal de Franca do PCB (Partido Comunista Brasileiro). No sábado a sigla realizou convenção e aprovou, entre outras deliberações, uma chapa também para concorrer à prefeitura.
Segundo o diretório, após consultas ampliadas às bases do partido e seus militantes, chegou-se à conclusão de que existe a necessidade de participar no processo eleitoral de forma direta e independente. Desse modo, foi oficializado o lançamento de candidaturas próprias em todas as esferas da eleição municipal deste ano.
Para a sigla, as eleições em Franca tendem a adquirir um caráter plebiscitário entre PT e PSDB, o que seria prejudicial à cidade. Diante disso, o PCB acredita que com um maior número de candidaturas aumentam as alternativas de voto e a possibilidade de haver segundo turno.
A chapa majoritária do PCB-Franca será composta pelos candidatos Tito Flávio (candidato à prefeito) e Rogério Machado (vice). Com a decisão foi descartado o apoio ao candidato do PSOL, Jorge Luis Martins. "Consideramos o companheiro Jorge como uma autêntica candidatura operária e classista, mas o momento atual nos leva a optarmos por candidaturas próprias", diz um comunicado do PCB.
OUTROS
Também no último sábado foi oficializada a candidatura de Sidnei Rocha (PSDB) para prefeito e Ary Balieiro (PTB) a vice. Os dois repetem a dobradinha vitoriosa da última eleição, porém, com um apoio bem maior que a anterior. Dessa vez a coligação ganhou novos aliados e tem no total 12 [na verdade 11] partidos políticos [PSDB, PTB, PSB, PMDB, DEM, PP, PTN, PMN, PSDC, PRB e PR] que devem garantir, entre outras coisas, o maior tempo no horáro gratuito na televisão.
Outro que tentará chegar à prefeitura é o vereador Gilson Pelizaro (PT), tendo como vice André Jorge (PPS). O petista aposta na polarização para chegar ao segundo turno e buscar a vitória. "Por enquanto apenas o prefeito é um candidato de verdade, pois está na mídia o tempo tempo e sempre ficou claro que buscaria a reeleição. Mas, a partir do início da campanha, tentaremos dividir as atenções", explica.
A disputa tem ainda o porfessor Cristiano Rodrigues, o Crico, candidato a prefeito pelo PV. Tendo como vice Tânia Boraschi [PSC], ele espera ser um diferencial nessa disputa política. "O PV estará desenvolvendo um trabalho político sem vícios, mas com filosofia de ações em diversas áreas", garante.
O PSOL está pleiteando a prefeitura através do ex-sindicalista e advogado, Jorge Luis Martins. Ele aposta principalmente no apoio de sindicatos e outras entidades ligadas aos trabalhadores para fazer sua candidatura crescer a partir do início da campanha.
Fonte: Diário da Franca (1/7/2008), p. 3.
RESOLUÇÃO DO PCB-FRANCA - ELEIÇÕES 2008
O Comitê Municipal de Franca do Partido Comunista Brasileiro - PCB, em convenção realizada neste sábado, dia 28/06, aprovou as seguintes deliberações:
1. Após consultas ampliadas à bases, organizações, movimentos e militantes que o PCB-Franca atua ou se relaciona ficou evidente a necessidade de nossa participação no processo eleitoral de forma direta e independente. Desse modo, oficializamos o lançamento de candidaturas próprias em todas as esferas da eleição municipal 2008;
2. Saudamos a candidatura do companheiro Jorge, do PSOL, como uma autêntica candidatura operária e classista, mas o momento atual nos leva a optarmos por candidaturas próprias;
3. Entendemos que as eleições em Franca tendem a adquirir um caráter plebiscitário entre PT e PSDB, o que será extremamente prejudicial para a cidade. Desse modo, com um maior número de candidaturas e a possibilidade de 2º turno a população terá mais alternativas de voto, além de um debate mais amplo, plural e democrático;
4. A chapa majoritária do PCB-Franca será composta pelos camaradas Tito Flávio (candidato à prefeito) e Rogério Machado (candidato a vice-prefeito). Na eleição proporcional, estaremos representados pelo camarada Leri;
5. Esta semana divulgaremos ainda um manifesto sobre as candidaturas comunistas e nossos principais eixos programáticos.
Franca, 28 de junho de 2008.
Partido Comunista Brasileiro-PCB
COMITÊ MUNICIPAL DE FRANCA
www.pcbfranca.blogspot.com
1. Após consultas ampliadas à bases, organizações, movimentos e militantes que o PCB-Franca atua ou se relaciona ficou evidente a necessidade de nossa participação no processo eleitoral de forma direta e independente. Desse modo, oficializamos o lançamento de candidaturas próprias em todas as esferas da eleição municipal 2008;
2. Saudamos a candidatura do companheiro Jorge, do PSOL, como uma autêntica candidatura operária e classista, mas o momento atual nos leva a optarmos por candidaturas próprias;
3. Entendemos que as eleições em Franca tendem a adquirir um caráter plebiscitário entre PT e PSDB, o que será extremamente prejudicial para a cidade. Desse modo, com um maior número de candidaturas e a possibilidade de 2º turno a população terá mais alternativas de voto, além de um debate mais amplo, plural e democrático;
4. A chapa majoritária do PCB-Franca será composta pelos camaradas Tito Flávio (candidato à prefeito) e Rogério Machado (candidato a vice-prefeito). Na eleição proporcional, estaremos representados pelo camarada Leri;
5. Esta semana divulgaremos ainda um manifesto sobre as candidaturas comunistas e nossos principais eixos programáticos.
Franca, 28 de junho de 2008.
Partido Comunista Brasileiro-PCB
COMITÊ MUNICIPAL DE FRANCA
www.pcbfranca.blogspot.com
GOVERNANÇA COMUNISTA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO
SOFIA MANZANO, IGOR GRABOIS, IVAN HERMINE, JANSEN CAVALCANTI
Comitê de Campanha
A Convenção Municipal do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em São Paulo , reunido dia 20 de junho de 2008, decidiu lançar o professor universitário e jornalista Edmilson Costa candidato a prefeito de São Paulo, cuja chapa terá como candidata a vice-prefeito a jornalista Fernanda Mendes, do Movimento Humanista. Edmilson Costa é membro do Comitê Central do PCB, Secretário de Relações Internacionais da organização e possui uma trajetória de militância no PCB de mais de 30 anos.
Intelectual marxista, doutor em Economia pela Unicamp, com pós-doutorado na mesma instituição, e autor de vários livros e trabalhos publicados no Brasil e no exterior, Edmilson Costa vai qualificar o debate político na cidade de São Paulo, colocar sangue novo na disputa eleitoral e dar combate às velhas raposas políticas, que sempre se apresentam com os mesmos discursos, as mesmas promessas, a mesma demagogia e as mesmas mentiras, buscando sempre enganar a população.
O PCB irá fazer uma campanha alegre, bonita, bem humorada, mas muito combativa! A nossa tarefa nessas eleições é inverter a lógica do debate eleitoral e colocar na ordem do dia a questão da cidade como espaço público. E o espaço público como parte dos direitos humanos. Isso porque é nas cidades que vive a maior parte dos trabalhadores, é nas cidades que ocorre o desemprego, é nas cidades que a população pobre é excluída do acesso à infra-estrutura e aos serviços públicos. Enfim, é nas cidades onde se manifestam as mais dramáticas conseqüências do processo de exploração capitalista, como a pobreza e a miséria, violência, o desemprego, a precariedade dos serviços públicos, o desequilíbrio ecológico, a exclusão de numerosas parcelas da população do convívio social, da cultura e do lazer. O reflexo da lógica perversa do capital é o caos e a barbárie em que vive a nossa cidade. O PCB entende que está na hora de virar o jogo: São Paulo precisa de uma administração que não se renda à lógica do mercado e que tenha independência e coragem para enfrentar o grande capital e construir o Poder Popular.
A campanha parte do princípio de que a coisa pública e os interesses populares são prioritários em qualquer administração pública e, portanto, devem estar acima dos interesses privados, da lógica da ganância e do lucro. Por isso, nós estamos propondo uma revolução em São Paulo : governar com a população e construir o Poder Popular, mediante a instituição dos Conselhos Populares em todos os bairros da cidade, bem como na Administração Pública e nos órgãos, empresas e autarquias públicas, inclusive na gestão do orçamento do município. Vamos romper com a lógica de mercado dos serviços urbanos e garantir uma de vida digna para toda a população da cidade: alimento, abrigo e saúde pública, gratuita de qualidade, saneamento básico para todos, educação integral e universalização dos serviços sociais básicos.
GOVERNANÇA COMUNISTA
Queremos implantar uma Governança Comunista, que não se renda à lógica do mercado. Queremos conquistar uma cidade camarada. Dar poder à população, avançar na organização e na politização da sociedade, de forma a construir uma base institucional de caráter popular para dar sustentação ao processo de transformação que iremos desencadear na cidade de São Paulo, na perspectiva de uma sociedade socialista. São Paulo não precisa de soluções pontuais e delírios técnicos, mas de uma proposta global, que seja capaz de inverter a lógica capitalista e criar uma alternativa popular.
Nosso programa está ainda em construção, mas já definimos os eixos fundamentais da governança comunista em alguns setores fundamentais:
1) Poder Popular: A Governança Comunista significa Poder Popular, o povo da cidade tomando as rédeas de seu destino e construindo uma cidade camarada. A Governança Comunista significa a cidade como espaço público e o espaço público como parte dos direitos humanos, além de um conjunto de metas específicas que irão romper com a lógica do capital, do mercado e dos interesses privados;
2) Transporte: São Paulo vive hoje o caos e a barbárie em praticamente todas as regiões da cidade, especialmente na área de transportes. Nós entendemos que os trabalhadores não devem pagar para ir ao trabalho, nem devem gastar duas, três ou quatro horas para chegar ao emprego. Em princípio, iremos implemantar a municipalização do transporte público e instituir a tarifa zero para toda a população. Os recursos para garantir esse programa virão do aumento do IPTU nas regiões da burguesia e da classe média alta, além de uma renegociação da dúvida pública de São Paulo, que consome uma parcela expressiva do orçamento do Município;
3) Reforma Urbana: São Paulo tem milhares de terrenos vazios em todas as áreas da cidade, além de mais de 40 mil imóveis sem uso, dois casos típicos da especulação imobiliária e da ganância capitalista. Nossa gestão fará uma reforma urbana com o objetivo de garantir a moradia para as amplas camadas da população que hoje vive em habitações precárias. Uma parte expressiva dos terrenos vazios será utilizada para a construção de praças públicas, parques e jardins de forma a ampliar as áreas de lazer da população. Outra parte será utilizada para a construção de habitações populares. Já os imóveis desocupados serão desapropriados no interesse social, de forma a contribuir para resolver o déficit habitacional da cidade. A ocupação dos imóveis desocupados vai economizar gastos em infra-estrutura, pois os equipamentos sociais (água, esgoto, luz, telefone, etc.) já existem nestes locais. Além de dar um caráter social a esses imóveis especulativos, proporcionaremos uma vida digna à população pobre da cidade;
4) Educação integral: Todas as escolas do município deverão funcionar o em tempo integral, o dia inteiro, de forma a que os estudantes possam estudar e realizar as atividades práticas e o lazer na escola. Transformar a escola num ambiente agradável, comunitário, onde os alunos sintam prazer em estudar e os seus pais tenham a escola como referência de futuro para seus filhos. Com essas medidas, as mães podem ir tranqüilas para o trabalho tranqüilas sabendo que seus filhos estão sendo bem cuidados e que não serão ganhos pela marginalidade e pelo tráfico. Um ponto importante será a melhoria das condições de trabalho e salários dos professores para que possam trabalhar com prazer e alegria, única forma de conseguir uma educação de qualidade e uma formação humana, além da integração professor-aluno.
Está na hora de virar o jogo e dar uma chance ao povo de São Paulo.
Por uma cidade camarada!
Fonte: PCB/SP
Comitê de Campanha
A Convenção Municipal do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em São Paulo , reunido dia 20 de junho de 2008, decidiu lançar o professor universitário e jornalista Edmilson Costa candidato a prefeito de São Paulo, cuja chapa terá como candidata a vice-prefeito a jornalista Fernanda Mendes, do Movimento Humanista. Edmilson Costa é membro do Comitê Central do PCB, Secretário de Relações Internacionais da organização e possui uma trajetória de militância no PCB de mais de 30 anos.
Intelectual marxista, doutor em Economia pela Unicamp, com pós-doutorado na mesma instituição, e autor de vários livros e trabalhos publicados no Brasil e no exterior, Edmilson Costa vai qualificar o debate político na cidade de São Paulo, colocar sangue novo na disputa eleitoral e dar combate às velhas raposas políticas, que sempre se apresentam com os mesmos discursos, as mesmas promessas, a mesma demagogia e as mesmas mentiras, buscando sempre enganar a população.
O PCB irá fazer uma campanha alegre, bonita, bem humorada, mas muito combativa! A nossa tarefa nessas eleições é inverter a lógica do debate eleitoral e colocar na ordem do dia a questão da cidade como espaço público. E o espaço público como parte dos direitos humanos. Isso porque é nas cidades que vive a maior parte dos trabalhadores, é nas cidades que ocorre o desemprego, é nas cidades que a população pobre é excluída do acesso à infra-estrutura e aos serviços públicos. Enfim, é nas cidades onde se manifestam as mais dramáticas conseqüências do processo de exploração capitalista, como a pobreza e a miséria, violência, o desemprego, a precariedade dos serviços públicos, o desequilíbrio ecológico, a exclusão de numerosas parcelas da população do convívio social, da cultura e do lazer. O reflexo da lógica perversa do capital é o caos e a barbárie em que vive a nossa cidade. O PCB entende que está na hora de virar o jogo: São Paulo precisa de uma administração que não se renda à lógica do mercado e que tenha independência e coragem para enfrentar o grande capital e construir o Poder Popular.
A campanha parte do princípio de que a coisa pública e os interesses populares são prioritários em qualquer administração pública e, portanto, devem estar acima dos interesses privados, da lógica da ganância e do lucro. Por isso, nós estamos propondo uma revolução em São Paulo : governar com a população e construir o Poder Popular, mediante a instituição dos Conselhos Populares em todos os bairros da cidade, bem como na Administração Pública e nos órgãos, empresas e autarquias públicas, inclusive na gestão do orçamento do município. Vamos romper com a lógica de mercado dos serviços urbanos e garantir uma de vida digna para toda a população da cidade: alimento, abrigo e saúde pública, gratuita de qualidade, saneamento básico para todos, educação integral e universalização dos serviços sociais básicos.
GOVERNANÇA COMUNISTA
Queremos implantar uma Governança Comunista, que não se renda à lógica do mercado. Queremos conquistar uma cidade camarada. Dar poder à população, avançar na organização e na politização da sociedade, de forma a construir uma base institucional de caráter popular para dar sustentação ao processo de transformação que iremos desencadear na cidade de São Paulo, na perspectiva de uma sociedade socialista. São Paulo não precisa de soluções pontuais e delírios técnicos, mas de uma proposta global, que seja capaz de inverter a lógica capitalista e criar uma alternativa popular.
Nosso programa está ainda em construção, mas já definimos os eixos fundamentais da governança comunista em alguns setores fundamentais:
1) Poder Popular: A Governança Comunista significa Poder Popular, o povo da cidade tomando as rédeas de seu destino e construindo uma cidade camarada. A Governança Comunista significa a cidade como espaço público e o espaço público como parte dos direitos humanos, além de um conjunto de metas específicas que irão romper com a lógica do capital, do mercado e dos interesses privados;
2) Transporte: São Paulo vive hoje o caos e a barbárie em praticamente todas as regiões da cidade, especialmente na área de transportes. Nós entendemos que os trabalhadores não devem pagar para ir ao trabalho, nem devem gastar duas, três ou quatro horas para chegar ao emprego. Em princípio, iremos implemantar a municipalização do transporte público e instituir a tarifa zero para toda a população. Os recursos para garantir esse programa virão do aumento do IPTU nas regiões da burguesia e da classe média alta, além de uma renegociação da dúvida pública de São Paulo, que consome uma parcela expressiva do orçamento do Município;
3) Reforma Urbana: São Paulo tem milhares de terrenos vazios em todas as áreas da cidade, além de mais de 40 mil imóveis sem uso, dois casos típicos da especulação imobiliária e da ganância capitalista. Nossa gestão fará uma reforma urbana com o objetivo de garantir a moradia para as amplas camadas da população que hoje vive em habitações precárias. Uma parte expressiva dos terrenos vazios será utilizada para a construção de praças públicas, parques e jardins de forma a ampliar as áreas de lazer da população. Outra parte será utilizada para a construção de habitações populares. Já os imóveis desocupados serão desapropriados no interesse social, de forma a contribuir para resolver o déficit habitacional da cidade. A ocupação dos imóveis desocupados vai economizar gastos em infra-estrutura, pois os equipamentos sociais (água, esgoto, luz, telefone, etc.) já existem nestes locais. Além de dar um caráter social a esses imóveis especulativos, proporcionaremos uma vida digna à população pobre da cidade;
4) Educação integral: Todas as escolas do município deverão funcionar o em tempo integral, o dia inteiro, de forma a que os estudantes possam estudar e realizar as atividades práticas e o lazer na escola. Transformar a escola num ambiente agradável, comunitário, onde os alunos sintam prazer em estudar e os seus pais tenham a escola como referência de futuro para seus filhos. Com essas medidas, as mães podem ir tranqüilas para o trabalho tranqüilas sabendo que seus filhos estão sendo bem cuidados e que não serão ganhos pela marginalidade e pelo tráfico. Um ponto importante será a melhoria das condições de trabalho e salários dos professores para que possam trabalhar com prazer e alegria, única forma de conseguir uma educação de qualidade e uma formação humana, além da integração professor-aluno.
Está na hora de virar o jogo e dar uma chance ao povo de São Paulo.
Por uma cidade camarada!
Fonte: PCB/SP
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